|
O trabalho custou ao erário R$ 140 mil. Dinheiro jogado fora. Sob Chinaglia, a Câmara envereda por um caminho inverso ao que foi sugerido pelos técnicos da FGV. O estudo sugeriu, por exemplo, a fusão de três benefícios indiretos: a verba indenizatória de R$ 15 mil (usada para custear despesas como gasolina e aluguel de escritórios nos Estados), a cota de passagens aéreas e a cota para telefone e Correio. Essas três despesas custam anualmente aos cofres públicos R$ 192,6 milhões.
Fonte: Blog do Josias de Souza. |
A verdadeira Páscoa !
Há dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria.
Sua proposta de vida não foi entendida por muitos e então, condenaram este
homem e crucificaram-no, ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
Por três dias, o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que no terceiro dia algo aconteceu …
Houve a ressurreição!
A Páscoa existe para nos lembrar do inigualável evento
chamado ressurreição !
Páscoa…
Ressurreição do sorriso…
Ressurreição da alegria de viver…
Ressurreição do amor…
Ressurreição da amizade…
Ressurreição da vontade de ser feliz.
Ressurreição dos sonhos, das lembranças e de uma verdade que
está acima de ovos de chocolate e/ou coelhinhos:
Cristo morreu, mas ressuscitou e fez isso somente para nos ensinar
a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes
sepultadas no íntimo de nossos corações.
Que esta seja a verdade da sua Páscoa.
Feliz Páscoa!
Fonte: http://www.mensagensepoemas.com.br/pascoa/verdadeira-pascoa-2554.html
Jornal inglês diz que trabalhador brasileiro é escravo
O embaixador do Brasil na Grã-Bretanha, José Mauricio Bustani, teve uma carta publicada na edição deste sábado (17) do jornal britânico “The Guardian”, rebatendo uma reportagem que chamava cortadores de cana brasileiros de “escravos do etanol.”
A reportagem publicada em 9 de março, feita no interior de São Paulo, na cidade de Palmares Paulista, acusa a indústria brasileira do etanol de se apoiar em um “exército de 200 mil migrantes pobres.”
Bustani afirma que o título da matéria — “Escravos do etanol” — é enganador, pois a produção de etanol do Brasil “não é baseada na escravidão.” “Trabalhadores da cana-de-açúcar são livres para ir e vir, e têm o direito de participar de sindicatos. No estado de São Paulo, o foco do artigo, quase 90% dos 400 mil trabalhadores de cana-de-açúcar estão na economia formal, o que significa que eles têm os direitos trabalhistas garantidos pelo Estado.”
O embaixador afirma que um dos ativistas entrevistados pela reportagem usou a palavra “escravos”, mas que uma matéria mais imparcial deveria ter buscado informações de um número maior de fontes.
José Mauricio Bustani afirma que o governo brasileiro reconhece os problemas enfrentados pelos cortadores de cana apresentados pela reportagem, como a longa jornada de trabalho (com turnos de 12 horas) e os baixos salários (cerca de R$ 2 por tonelada de cana cortada), e está buscando medidas de regulamentação para protegê-los.
“Embora o artigo deixe implícito que há uma falta de preocupação com o bem estar dos cortadores e de suas famílias, o fato é que as usinas de cana mantêm mais de 600 escolas, 200 centros de cuidados infantis e 300 postos médicos,’ conclui o embaixador.
Fonte: Portal G1.
Clodovil: ”Aqui é um mercado de compra e venda”
Instalado em seu gabinete da Câmara, num divã branco decorado com o brasão da República, o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP) fala de suas primeiras impressões sobre o Congresso. Avalia que as relações entre os parlamentares são marcadas por um “formalismo mentiroso”. No estilo direto e desconcertante que o tornou popular, ele faz seu diagnóstico: “Aqui é um mercado de compra e venda de coisas como qualquer outro. E o pior: é com o dinheiro do povo.”
Aos 70 anos, o antigo estilista que virou apresentador de TV antes de chegar à política parece ser um observador atento. Diz que muitos deputados usam o poder de sedução de seus cargos e a estrutura de apoio parlamentar para aventuras amorosas. “Aqui tem de tudo. Tem gente que usa a Câmara para namorar. Você já viu como há mulheres bonitas nos corredores?”, instiga.
Uma das principais preocupações de Clodovil no momento é concluir a reforma de seu gabinete, no Anexo 4. A transformação já custou R$ 200 mil, que o deputado afirma ter pago com o próprio dinheiro. Um dos destaques da decoração é uma mesa com tampo de vidro, apoiado numa base em forma de naja. Tudo cercado por sofás brancos, também com brasão.
Na política, Clodovil costuma ser um crítico mordaz do presidente Lula, mas seu partido é governista. Na Câmara, o PTC faz parte do bloco capitaneado pelo PMDB, hoje poderoso inquilino da Esplanada dos Ministérios. Os planos políticos do deputado são vagos: ele admite tanto mudar de legenda quanto se candidatar a prefeito de São Paulo pelo PTC. “Todo mundo sugeriu que eu mudasse de partido. Mas ainda vou estudar isso. Eu me candidatei por este partido porque foi o que apareceu. Mas não tive dinheiro para despesa. Fiz uma campanha com R$ 14 mil.” Sobre a possibilidade de concorrer à prefeitura, diz: “Não penso, mas o partido quer. Essas coisas são feitas como negócio, você sabe como funcionam as coisas aqui.”
Homossexual assumido, Clodovil diz sofrer discriminação disfarçada dos colegas em Brasília: “O preconceito é velado. É o pior que existe, porque é por debaixo do pano.”
Fonte: Jornal da Tarde.
Clodovil: ”Aqui é um mercado de compra e venda”
Instalado em seu gabinete da Câmara, num divã branco decorado com o brasão da República, o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP) fala de suas primeiras impressões sobre o Congresso. Avalia que as relações entre os parlamentares são marcadas por um “formalismo mentiroso”. No estilo direto e desconcertante que o tornou popular, ele faz seu diagnóstico: “Aqui é um mercado de compra e venda de coisas como qualquer outro. E o pior: é com o dinheiro do povo.”
Aos 70 anos, o antigo estilista que virou apresentador de TV antes de chegar à política parece ser um observador atento. Diz que muitos deputados usam o poder de sedução de seus cargos e a estrutura de apoio parlamentar para aventuras amorosas. “Aqui tem de tudo. Tem gente que usa a Câmara para namorar. Você já viu como há mulheres bonitas nos corredores?”, instiga.
Uma das principais preocupações de Clodovil no momento é concluir a reforma de seu gabinete, no Anexo 4. A transformação já custou R$ 200 mil, que o deputado afirma ter pago com o próprio dinheiro. Um dos destaques da decoração é uma mesa com tampo de vidro, apoiado numa base em forma de naja. Tudo cercado por sofás brancos, também com brasão.
Na política, Clodovil costuma ser um crítico mordaz do presidente Lula, mas seu partido é governista. Na Câmara, o PTC faz parte do bloco capitaneado pelo PMDB, hoje poderoso inquilino da Esplanada dos Ministérios. Os planos políticos do deputado são vagos: ele admite tanto mudar de legenda quanto se candidatar a prefeito de São Paulo pelo PTC. “Todo mundo sugeriu que eu mudasse de partido. Mas ainda vou estudar isso. Eu me candidatei por este partido porque foi o que apareceu. Mas não tive dinheiro para despesa. Fiz uma campanha com R$ 14 mil.” Sobre a possibilidade de concorrer à prefeitura, diz: “Não penso, mas o partido quer. Essas coisas são feitas como negócio, você sabe como funcionam as coisas aqui.”
Homossexual assumido, Clodovil diz sofrer discriminação disfarçada dos colegas em Brasília: “O preconceito é velado. É o pior que existe, porque é por debaixo do pano.”
Fonte: Jornal da Tarde.
Presos: pobres, negros e analfabetos sofrem mais
Acusados de crime de furto chegam a ficar mais de um ano presos antes mesmo de serem julgados. Muitos acabam sendo inocentados no final do processo. Negros, pobres, pessoas de baixa escolaridade e aqueles que não têm condições financeiras de contratar um advogado particular são os que permanecem mais tempo sob a chamada prisão provisória, segundo pesquisa realizada pela promotora de Justiça do Distrito Federal Fabiana Costa. O estudo envolveu quase 3 mil processos de furto dos tribunais do Distrito Federal, Belém, Recife, São Paulo e Porto Alegre. A legislação exige a prisão, pela polícia, em casos de flagrante de furto. No mesmo dia o juiz deve julgar se a prisão é realmente necessária. A prisão provisória deve ser decretada apenas nos casos em que o acusado oferece grave risco à ordem pública, risco de destruição de provas ou ainda risco a testemunhas. Segundo a promotora, o prazo máximo previsto na legislação brasileira para a duração da prisão provisória é de 100 dias – 81, nos casos de furto.
Entre os processos analisados, Fabiana Costa chegou a identificar um suspeito de furto preso por quatro anos e meio. “A gente tem dois problemas graves com relação à prisão provisória. Primeiro, a pessoa depois pode ser inocentada por aquele crime. Segundo, pode ser condenada a uma pena que não é a prisão. Nos casos de furto pesquisados, mais de 70% das pessoas foram condenadas a uma pena alternativa”, revelou, em entrevista à Radio Nacional.
O estudo mostra, ainda, que, em Recife, indivíduos classificados como pardos permanecem uma média de 71,7 dias a mais do que brancos na cadeia. Em Belém, a estimativa foi de cerca de 27,7 dias a mais. Em São Paulo, a média foi de 11,2 dias a mais e em Porto Alegre, 22,83 dias. No Distrito Federal, os processos não mencionavam a cor da pele dos acusados. Na maioria dos casos, são furtos de pequeno valor e cometidos contra estabelecimentos supermercados, lojas de roupas ou pessoas físicas. Em metade dos processos analisados, o objeto roubado custava menos de R$ 350.
A promotora detectou o caso de um homem que furtou o equivalente a R$ 4 de uma loja em Brasília, ficou 41 dias preso provisoriamente e acabou absolvido. Duas mulheres que tentaram levar peças de roupas de R$ 300 de uma loja em Belém ficaram presas por mais de dois anos e acabaram condenadas a cumprir pena alternativa.
Segundo Fabiana Costa, a responsabilidade pela manutenção da prisão além do tempo necessário é de todos que participam do processo: o promotor de justiça, o juiz e o defensor público ou advogado. “O advogado deve pedir a liberdade provisória. A participação do advogado nessas causas é fundamental. E do promotor de Justiça e do juiz também. Eles podem por própria iniciativa solicitar, no caso do promotor, ou decidir, no caso do juiz, que essa prisão deve ser relaxada”, destaca.
A promotora culpa a lei de flagrante pelo “excesso” de prisões provisórias no país. “Nossa lei de flagrante obriga que o delegado prenda a pessoa que pratica furto, inclusive de R$ 10, R$ 5, tem até furto de R$ 1. Depois, para essa pessoa ser solta é todo um processo, é todo um caminho”, explica. E o custo deste preso, segundo ela, em alguns estados chega a R$ 1,5 mil por mês.
A partir da pesquisa, a promotora pretende sugerir, ao Legislativo e Executivo, mudanças na lei de flagrante, como a possibilidade de liberação do suspeito diante do compromisso de que comparecerá a todos os atos do processo depois que for denunciado pelo Ministério Público.
“As nossas autoridades devem tomar uma providência em relação a isso. A prisão provisória é um instrumento caro no sentido econômico, mas no sentido social”, enfatiza. “Depois essa pessoa não vai conseguir emprego tão cedo, às vezes perde até a família, perde a companhia dos amigos, porque a partir de então ela é considerada um condenado, um criminoso. Depois, às vezes, essa pessoa até é absolvida, o que é pior ainda.”
Fonte: Agência Brasil.
Estrangeiros preservam mais a Amazônia que o Brasil
O Brasil se gaba de ser o principal dono da Amazônia e repudia a idéia que surge de tempos em tempos de internacionalizar a maior floresta tropical do mundo. Apesar disso, para manter a selva de pé, o País depende em grande parte de dinheiro estrangeiro. De acordo com um levantamento feito pelo Estado, Alemanha, Estados Unidos, Japão e Holanda investem juntos por ano R$ 108,9 milhões na preservação da floresta brasileira.
O dinheiro estrangeiro é mais volumoso que os R$ 96,4 milhões que os nove Estados da Amazônia Legal (a região Norte mais Mato Grosso e parte do Maranhão) aplicaram em ambiente em 2005. E é superior aos R$ 58 milhões que o Ministério do Meio Ambiente destinou aos Estados amazônicos em 2006. Como comparação, o Central Park, de Nova York, tem US$ 25 milhões (R$ 52,3 milhões) por ano. O gasto do Estado de São Paulo com gestão ambiental em 2005 foi de R$ 824,1 milhões.
“A verba nacional para a Amazônia é irrisória. Temos de pagar juros da dívida, cobrir os recursos obrigatórios de previdência, saúde, educação… Veja a questão da segurança pública… O ambiente tem de competir com todas essas demandas. O que sobra é pouco”, avalia Adalberto Veríssimo, pesquisador da organização não-governamental (ONG) Imazon.
Euros, dólares e ienes entram no Brasil por meio da chamada cooperação internacional, sistema que os países ricos utilizam para ajudar os países pobres, com dinheiro ou apoio técnico. A mais conhecida das cooperações foi o Plano Marshall – no final da década de 40, os EUA bancaram a reconstrução da Europa, devastada pela 2ª Guerra.
No caso da cooperação destinada à Amazônia, beneficiam-se governos, empresas, comunidades locais e, principalmente, ONGs. Outro levantamento realizado pelo Estado mostra que as maiores ONGs injetam R$ 36,6 milhões por ano na floresta – uma parte do dinheiro vem de suas respectivas sedes no exterior (quando é o caso); outra, da cooperação internacional.
A filial brasileira do WWF, que tem sede na Suíça e escritórios em uma centena de países, destina anualmente R$ 10 milhões à Amazônia – 99% dos recursos são estrangeiros. O Instituto Socioambiental (ISA) é uma ONG nacional, mas também depende de recursos internacionais. Dos R$ 9,2 milhões aplicados na região no ano passado, R$ 7,9 milhões vieram de fora.
Fonte: Estadão.
Nova lei para crimes hediondos abarrotará prisões
O Senado aprovou no dia 7 _e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até o dia 2 para sancionar_ mudança na lei que aumentará a permanência de autores de crimes hediondos na prisão. Outras medidas de endurecimento, em tramitação no Congresso, também devem resultar no aumento da população carcerária. Hoje, as prisões brasileiras já comportam 103 mil presos (35%) acima de sua capacidade. ‘Vai estrangular o sistema’, prevê o diretor do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Maurício Kuehne.
Cerca de um terço dos 401 mil presos do país cometeram crimes hediondos (assassinatos, seqüestros, estupros e tráfico de drogas). A nova lei permite que esses criminosos peçam relaxamento do regime fechado para o semi-aberto depois de cumprirem dois quintos (40%) da pena, e não mais um sexto (16%). Segundo Kuehne, por causa da demora na tramitação dos processos, os beneficiados cumprem de 40% a 50% da pena, e devem passar a cumprir entre 60% e 70%. Portanto, deverão ficar pelo menos um terço do tempo a mais na prisão.
Se a polícia fosse mais eficaz, o déficit de vagas dobraria: há mais de 100 mil mandados de prisão não cumpridos no país, estima o criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil. A superlotação também só não é maior graças ao baixíssimo índice de resolução de crimes no Brasil, inferior a 10%; nos Estados Unidos, ele se aproxima de 50%.
A superlotação e o descontrole nos presídios têm relação direta com as ações do crime organizado, liderado, em São Paulo, pela quadrilha que age nas unidades prisionais. Os problemas não são novos e em 1994 foi criado o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), para construir, reformar e aumentar a segurança nos presídios _exatamente como agora o Congresso cria um fundo para amparar as vítimas de violência. Os recursos do Funpen, provenientes de 3% da arrecadação de todos os sorteios e loterias federais, de confiscos judiciais e de fianças não pagas, foram sistematicamente contingenciados, ao longo desses 13 anos, para ajudar na geração de superávit primário, a economia que o governo faz para pagar juros. O bloqueio chegou a 66% em 1996 e a 57% em 2003.
Fonte: Portal G1.
Jefferson diz que mensalão está de volta com o PR
|
Caminhando tranqüilamente em frente ao plenário da Câmara, onde foi cassado por envolvimento com o mensalão, citou como indícios da volta do esquema o inchaço do PR, cuja bancada na Câmara recebeu 13 deputados nas últimas semanas, e a prisão do assessor do deputado Aracely de Paulo (PR-MG) com R$79 mil em dinheiro vivo. – Onde há fumaça há fogo. Esse filme eu já vi. Os fatos estão se repetindo. Ruim, né, tudo de volta… A minha torcida é para que o presidente Lula tome imediatamente uma atitude. – Tá todo mundo na picada do mensalão. Quem seria o Marcos Valério, o operador do suposto mensalão desta vez? – O Marcos Valério eu não sei, mas o boy é o mesmo… ha, ha, ha, ha –, disse. Boy é como Jefferson chama o presidente do PR, Valdemar Costa Neto (SP), que renunciou ao mandato na legislatura passada, acusado de articular o mensalão. Fonte: Blog do Noblat OBS: Essa foi a intenção do safado do INOCÊNCIO OLIVEIRA né ?! Roubar mais e mais !!! E povo de Bezerros caindo no conto da carochinha com ele/Maru/Bete de Dael. 2008 vem aí ! Aguardem-me !!! |

O reajuste da cota de passagem aérea vai na contramão do estudo encomendado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) à Fundação Getúlio Vargas. Nele, é proposta redução de 20% da cota. 
O Senado aprovou no dia 7 _e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até o dia 2 para sancionar_ mudança na lei que aumentará a permanência de autores de crimes hediondos na prisão. Outras medidas de endurecimento, em tramitação no Congresso, também devem resultar no aumento da população carcerária. Hoje, as prisões brasileiras já comportam 103 mil presos (35%) acima de sua capacidade. ‘Vai estrangular o sistema’, prevê o diretor do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Maurício Kuehne.
Roberto Jefferson, presidente do PTB, disse que sente no ar a volta do mensalão, esquema descoberto na legislatura passada para a compra de votos e de parlamentares.