- Histórico comprometedor da autoridade eleita e seus auxiliares;
- Falta de transparência nos atos administrativos do governante;
- Ausência de controles administrativos e financeiros;
- Atitude subserviente do legislativo;
- Baixo nível de capacitação técnica dos colaboradores e falta de treinamento;
- Comunidade alheia ao processo orçamentário;
- Sinais de riqueza;
- Resistência em prestar contas;
- Falta crônica de verba para os serviços básicos;
- Convites de fornecimento direcionados;
- Fornecedores “profissionais” de notas fiscais frias;
- Favorecimento como contra-prestação;
- Indícios no uso de notas fiscais de fornecimentos;
- Notas fiscais com valores redondos ou próximos do valor de R$ 8.000,00;
- Notas fiscais de fornecedores distantes e desconhecidos para materiais e serviços que oderiam ser adquiridos na localidade;
- Notas fiscais seqüenciais, indicando que a empresa só fornece para a Prefeitura;
- Notas fiscais com visual simples, quase todas com o mesmo layout, impressas na mesma práfica;
- Notas fiscais genéricas de prestação de serviço nas quais não estão especificados os serviços prestados;
- Empresas constituídas às vésperas da assunção do mandato;
- Falta de controle de estoque na Prefeitura;
- Consumo de combustível, merenda escolar, cabos elétricos, tubulações, etc.;
- Fraude nas licitações;
- Pagamentos com cheques sem cruzar;
- Realização de festas públicas;
- Concursos públicos direcionados;
- Declaração de renda do prefeito com bens semoventes;
- Transferências de verbas orçamentárias por meio de códigos;
- falta de publicidade dos pagamentos efetuados;
- Comprometimento dos vereadores com o esquema de corrupção;
- Falta de atendimento a pedidos de informações sobre despesas realizadas;
- Aquisições de produtos de empresas “fantasmas”; etc., etc., etc.

